Aumento na tolerância de excesso de peso para caminhões e ônibus está em trâmite

Apesar de reivindicada pelos caminhoneiros, medida divide opiniões
A proposta de aumento de 10% para 12,5% a respeito da tolerância ao excesso de peso por eixo surgiu como uma “ajudinha” do governo para que os motoristas evitem multas. Apesar de aprovado pelo Senado, a Medida Provisória 1050/2021 teve a oposição de diversos senadores.

O principal argumento contrário à mudança se refere à segurança: Segundo Fabiano Contarato (Rede-ES), essa é mais uma das leis que vêm se “afrouxando” na segurança do trânsito brasileiro e que pode se tornar a causa de muitos acidentes. O senador também apontou que, com a maior carga transportada, os custos com manutenção dos veículos e das estradas devem aumentar. Em resposta, o senador Carlos Viana (PSD-MG) alegou que os caminhões atualmente possuem tecnologia suficiente para suportar a carga extra.

Entretanto, conforme apontado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), no mínimo 200 mil caminhões no brasil possuem mais de 30 anos e, portanto, uma grande quantidade de motoristas não têm acesso a tais tecnologias citadas.

Ao fim, os votos contrários foram somente dos senadores Fabiano Contarato (Rede-ES), Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), Jorge Kajuru (Podemos-GO) e Mara Gabrilli (PSDB-SP) e cabe agora ao Presidente Jair Bolsonaro assinar a medida para que ela entre em vigor.

Métricas que vão melhorar sua gestão de frotas

Quando se fala de frotas, a maior dificuldade dos gestores é controlar o comportamento do time nas ruas. Direção agressiva, falta de cuidado com os veículos, uso de rotas perigosas ou ineficientes entre outros “vícios” acabam gerando prejuízo, desperdício de combustível, baixa produtividade, mais tempo parado na oficina e maior gasto com manutenção – sem contar na imagem da empresa que é passada ao público.

Sendo assim, é essencial implantar uma política de frotas, onde algumas métricas-chave vão indicar o andamento da operação. Grande parte dos sistemas de rastreamento fornecem informações úteis como velocidade média, trajetos, ignição do motor e entre outros – use a seu favor! Separamos alguns exemplos que você pode aplicar na sua empresa:

Gerindo o tempo

Horário máximo de saída e de retorno dos veículos, período de almoço, limite para tempo ocioso dos motores e tempo máximo de paradas ao longo do expediente devem ter regras fixadas.

Responsabilidades dos motoristas

Os motoristas são os principais responsáveis pela eficiência da frota e portanto devem estar cientes da importância do seu compromisso para/com a empresa. Eles devem:

  • Informar com uma semana de antecedência quando o veículo se aproxima dos 1000km restantes para a próxima manutenção preventiva.
  • No caso de reembolso de combustível, as notas devem ser organizadas e apresentadas sempre em uma data fixa do mês.
  • Manter sua documentação em dia.
  • Cuidar do veículo e sempre conduzir de forma defensiva, dentro dos parâmetros da empresa.
  • Sempre seguir a rota estabelecida pelo gestor ou responsável.

Garantindo uma direção defensiva
A partir de um sistema de telemetria e rastreamento é possível monitorar vários dados sobre o comportamento do motorista. Verifique:

Velocidade: Defina o limite de velocidade e a margem de vezes que pode ser ultrapassada em um mês. Depois é só monitorar através do sistema!

Infrações de trânsito: Estabeleça um limite de pontos na carteira e acidentes por culpa do condutor. Caso a empresa tenha serviço 0800, contabilize também o número de reclamações recebidas.

Devem haver consequências
Sempre que uma regra for quebrada deve existir algum tipo de penalização, ou então elas nunca serão seguidas. Portanto, tudo que constar na política de frota deve ser seguido de uma consequência – e que isso seja colocado de forma bem clara a todos!

Do mesmo modo, motoristas que demonstrarem um bom desempenho a partir das métricas podem e devem ser beneficiados como forma de incentivo. Essa bonificação deve ocorrer todos os meses para que seja demonstrada a evolução de cada condutor, além de manter a moral alta. Não precisa ser necessariamente um agrado financeiro: podem ser acessórios para utilizar no veículo (aumentando o cuidado com ele), prioridade perante a seleção de turnos, rotas, férias e carros novos, e porque não um prêmio anual para o melhor motorista?

Use sua criatividade e experiência como gestor para agir como um facilitador para/com os colaboradores, acompanhando não só as métricas, mas também as queixas, dificuldades e evolução como profissionais.

Avanço da vacinação contra covid-19 impulsiona crescimento na oferta de frete

Frente à superação da pandemia de coronavírus, a retomada da atividade industrial significa que mais produtos estão circulando pelo país. Segundo a FreteBras, a oferta de frete rodoviário cresceu em 67,5% entre janeiro e junho de 2021, ao comparar com o mesmo período do ano passado.

Alguns obstáculos

O Diesel teve uma alta ainda maior do que o valor do frete – o combustível ficou, em média, 22,52% mais caro. Mesmo tendo aumento de 1,2% no preço dos fretes de produtos industrializados, 2,09% nos do agronegócio e 3,1% em insumos para construção, os reajustes não foram páreo para o aumento dos custos.

Parece que mesmo solucionando a crise na saúde, a economia ainda enfrentará outros desafios para se restabelecer.

Nova lei francesa obriga indicação de ponto cego em caminhões e ônibus

Visando diminuir o risco de acidentes envolvendo veículos pesados, o governo francês criou uma nova lei que obriga meios de transporte com peso bruto total (PBT) superior a 3,5 toneladas a carregarem adesivos ou placas de aviso sobre o ponto cego em suas laterais e traseiras. Os avisos servem para alertar pedestres e outros veículos que possam estar no ponto cego dos caminhões e ônibus.
Os alertas devem seguir algumas regras para garantir que a comunicação seja eficaz: Usando as cores amarelo e vermelho, com os dizeres, em uma tradução livre, “Atenção” e “Ângulos Mortos”. Além disso, devem apresentar dimensões e posicionamento específicos, previstos na lei.

Até mesmo veículos estrangeiros devem obedecer as novas regras ou estarão passíveis a uma multa de €135. Em uma conversão direta e sem impostos, a multa totaliza R$830,00.
Segundo o Ministério do Transporte da França, os adesivos e placas estarão a venda em postos de abastecimento e lojas de equipamentos relacionados a caminhões e ônibus, e entre outros.
Você acha que o Brasil deveria ter uma lei semelhante? Deixe nos comentários sua opinião!

Número de fogo personalizado – essencial para o controle de pneus da sua frota!

Porque o controle de pneus é importante para a gestão da frota?
A negligência aos pneus é uma prática cara
Como fazer a gestão de pneus?
O que é o número de fogo?
Como fazer a marcação dos pneus?
Quais dados devo monitorar?
Benefícios e vantagens da gestão de pneus

Porque o controle de pneus é importante para a gestão da frota?

Além do controle logístico, a gestão de pneus garante a economia da operação e a proteção do patrimônio – afinal, os pneus são configurados como bens valiosos da empresa, e devem ser geridos com esta mentalidade.
A negligência aos pneus é uma prática cara

Ficando atrás somente do combustível e manutenção, os pneus são itens relativamente caros que representam, segundo a Associação Brasileira de Engenharia de Produção, 18,7% dos custos de uma frota. Por terem um alto valor de mercado, os pneus são produtos que podem sofrer fraudes ou roubos.

Segundo estimativa da Polícia Rodoviária Federal, 20% dos acidentes são causados pelo mau-estado dos pneus. Os acidentes e paradas não-programadas podem ser evitados através da gestão de pneus, realizando rodízio e manutenções preventivas, que podem aumentar em 25% a vida útil.

Como fazer a gestão de pneus?
A identificação de cada pneu é o primeiro passo para realizar o monitoramento e controle de inventário.

Apesar de os pneus já contarem com a identificação lateral do lote, pneus de mesmo lote possuem a mesma numeração, o que se torna um obstáculo na diferenciação entre eles, essencial para a gestão de pneus. Além disso, a numeração de fábrica é extensa, dificultando o controle.

Sabendo da importância do controle de pneus, as próprias marcas disponibilizam, em pneus de uso comercial de aro 17” ou superior, um espaço para a numeração a fogo personalizada.

Espaço no pneu com os dizeres “Brand tire here/Gravar identificação neste local”

O que é o número de fogo?
A numeração a fogo é a marcação do pneu feita através de um ferro quente, como um carimbo.

Através da marcação personalizada do pneu, é possível carimbar o logotipo e codificação própria da frota com letras e números, facilitando a identificação de cada pneu.

Uma vez identificado, o pneu deve ter código e dados cadastrados em uma planilha ou sistema, para monitoramento.

Como fazer a marcação dos pneus?

É necessário realizar a gravação de número de fogo com ferramentas confiáveis, que não prejudiquem sua estrutura e tampouco apresentem riscos no manuseio:

  • Caso a pressão seja demasiada e a marcação perfure mais que 1mm, pode acabar comprometendo a lona, gerando um ponto frágil no pneu que pode se romper ou estourar na estrada.
  • O controle da temperatura é um fator essencial à segurança do operador e também como forma de garantir que a marcação seja feita corretamente.

É relevante, também, que o processo seja realizado de forma prática, uma vez que as frotas possuem grande volume de pneus a serem geridos.

Confira no vídeo a seguir como é prático, seguro e eficaz realizar a numeração personalizada de pneus com o marcador de pneu elétrico Pneumark:

Quais dados devo monitorar?

  • Código de identificação;
  • Marca;
  • Modelo;
  • Dimensões;
  • Desenho
  • Em qual chassi se encontra;
  • Qual posição se encontra;
  • Quilometragem atual;
  • Previsão das próximas manutenções (de acordo com estado da banda de rodagem e/ou quilometragem)

Benefícios e vantagens da gestão de pneus
Através da marcação personalizada do pneu associada a uma planilha de gestão é possível controlar tudo que se refere a ele:

  • Fiscalizar a localização de cada pneu (evitando trocas, desvios e furtos);
  • Monitorar a quilometragem de cada pneu;
  • Gerenciar os prazos de calibragem, rodízio, alinhamento, balanceamento e recapagem;
  • Verificar a vida útil do pneu em relação à indicada pelos fabricantes;
  • Fiscalizar as condições de uso com maior facilidade;
  • Determinar o custo da vida útil de cada pneu;
  • Comparar a performance de pneus de marcas diferentes;
  • Controlar as receitas com descarte de pneu;
  • Impedir o descarte antecipado do pneu;
  • Realizar menos paradas, e
  • Evitar gastos superiores ou inesperados com manutenção.

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Os benefícios da logística 4.0

O mundo vem se tornando cada vez mais digital e com a logística não é diferente. Com a quarta revolução da Indústria, surgiu também a Logística 4.0, onde as maiores tendências em tecnologia são aplicadas. A pandemia com certeza acelerou este processo de digitalização, que já estava aquecido por conta do “boom” dos e-commerces.

As logitechs, startups focadas em oferecer soluções que beneficiam o setor, têm trazido cada vez mais melhorias através de automações e inteligência de dados, que tornam a cadeia ainda mais unificada nas questões de armazenamento, intermediação entre fornecedores e embarcadores e logística reversa.

Para o consumidor, as mudanças trazem maior agilidade, comodidade, segurança e transparência, através do acompanhamento em tempo real das entregas.

Para as empresas, os processos são potencializados em todas as instâncias: maior produtividade, rapidez, segurança e eficiência. A transformação também traz economia: segundo estudo da Sovos, a digitalização de impostos é capaz de gerar uma economia de até 5% na carga de tributos e de compliance fiscal das empresas, atualmente em torno de 34% no Brasil. Além disso, a assertividade nos processos diminui os custos operacionais.

Estar atento às novidades oferecidas para o setor é o melhor caminho para encontrar soluções cada vez mais eficazes para as empresas, garantindo um futuro promissor.

Dicas sobre transporte de carga seca

Cada tipo de produto demanda cuidados específicos e com a carga seca não é diferente. É função da logística tomar as devidas precauções intrínsecas a esse tipo de carga para evitar danos à mercadoria.

A carga seca consiste em produtos não perecíveis, ou seja, que não apresentam risco de estragar durante o percurso. Além disso, pode ser transportada em diversas condições climáticas, pois não sofre danos com o ambiente exterior, sendo mais resistente a chuva, sol, entre outros.

Dentro desta categoria, estão diversos tipos de mercadoria: alimentos não perecíveis, roupas, eletrodomésticos, móveis, peças e ferramentas, cimento, madeira, entre outros.

Apesar de ser mais simples de transportar do que a carga viva, por exemplo, é necessário adotar alguns cuidados para que o traslado seja mais seguro e otimizado, e para que seja oferecido um serviço de excelência.

A escolha do veículo (carreta, truck ou até mesmo caminhão toco) e carroceria (grade baixa, grade alta, sider) mais apropriados para cada tipo de carga é essencial. Tudo depende do peso e volume a ser transportado. Preste atenção na cubagem para otimizar o espaço e distribuição de peso.

Mercadorias diferentes podem ser transportadas juntas, desde que não haja risco de contaminação. Não se esqueça de organizar e etiquetar os diferentes produtos, mencionando os respectivos riscos.

Inventário de estoque – eficiência e segurança para a sua operação

Mesmo as empresas prestadoras de serviços – que não possuem estoque de produtos – precisam fazer um inventário de materiais e ferramentas utilizadas na operação para garantir mais agilidade, segurança e economia no dia-a-dia.

O controle do inventário de estoque evita prejuízos, como:

  • Desperdício por deixar passar do prazo de validade;
  • Descobrir que o item está em falta em um momento de necessidade;
  • Não notar que os itens estão sendo furtados, e
  • Demora em localizar o item, atrasando a operação.

Principalmente frotas que possuem sua própria oficina, é comum existir um estoque de pneus e itens de manutenção dos veículos, como óleo do motor, fluído dos freios, entre outros. Até mesmo empresas que terceirizam o serviço de manutenção possuem ferramentas e instrumentos utilizados no dia-a-dia, como cabo de chupeta, galões, EPI’s, etc.

Confira quais critérios levar em consideração sobre a terceirização da manutenção da frota aqui: https://pneumark.com.br/blog/2021/01/25/manutencao-da-frota-quando-terceirizar/

A organização física destes materiais ajuda, porém o que de fato previne os riscos citados é a gestão deste inventário. Isso pode ser feito seguindo o passo-a-passo:

  1. Padronização

Defina como será a contagem dos materiais e padronize – assim, caso hajam pessoas diferentes fazendo o controle, que elas sigam o mesmo padrão.

  1. Reserve um momento tranquilo

Escolha um dia de menor movimentação ou que seja possível paralisar a operação para realizar a contagem, etiquetação e organização. Assim, estas etapas poderão ser feitas sem a interferência da entrada e saída de ativos – facilitando o processo.

  1. Organize fisicamente

O uso de etiquetas, cores, caixas ou armários para separar os itens otimizam o tempo de confecção do inventário e garantem a organização necessária para o dia-a-dia, além de facilitar o controle de estoque. No caso dos pneus, uma forma segura e prática para organizá-los é utilizando o marcador de pneus Pneumark, que gera códigos de acordo com o padrão da sua empresa e faz a marcação de forma rápida, sem prejudicar a estrutura do pneu.

  1. Defina a periodicidade

Quando o inventário deverá ser conferido novamente? Existem algumas opções:

  • Cada entrada ou saída deve ser registrada no momento em que ocorrer;
  • Aferição diária, após o expediente;
  • Aferição semanal;
  • Aferição mensal, bimestral, trimestral, etc.

Escolha o que faz mais sentido para o seu negócio, de acordo com a rotatividade destes itens.

  1. Recontagem

Depois de tudo organizado, é hora de conferir se a contagem está correta. O ideal é que as empresas façam primeiro de forma manual, e depois de forma eletrônica, evitando erros.

  1. Faça um backup dos dados

Tenha um lugar seguro e confiável para salvar os relatórios e informações do estoque. Isso pode ser feito através de planilhas, aplicativos ou até mesmo softwares próprios para inventário de estoque.

Evite perdas, furtos e desperdício – invista neste processo!

Sua operação logística pode estar sofrendo com fraudes!

Não importa a quantidade de veículos, tampouco o tamanho do negócio. Quando o assunto é gestão de frotas, é importante estar atento às possíveis fraudes na operação, responsáveis por um aumento de até 30% nas despesas com os veículos.

O que pode ser considerado “fraude”?

Dentro de uma frota, qualquer desvio de conduta por parte dos colaboradores que resulte em prejuízo, pode ser considerado como uma fraude. Veja alguns exemplos:
Má conduta

Motoristas com direção agressiva geram muito prejuízo, mesmo quando não se envolvem em acidentes. O veículo se desgasta mais rápido, consome mais e, o risco de danificar a carga é eminente. Falamos sobre o descarte de pneus antecipado

Condutor percebeu um barulho diferente no veículo, mas não inspecionou e também não comunicou ninguém sobre o problema? É uma questão de tempo para surgir uma grande dor de cabeça. Da mesma forma, se a manutenção preventiva não é feita regularmente, a necessidade de uma manutenção de emergência pode surgir a qualquer momento. Ao analisar as contas, o custo do cuidado sempre é mais baixo do que o custo do reparo!


Carga inadequada

Caso o controle da cubagem não esteja sendo feito, é possível que os veículos estejam rodando com uma quantidade excessiva de carga sem necessidade, causando riscos à operação, além de gerar mais desgaste e consumo de combustível. Falamos sobre o cálculo de cubagem aqui: https://pneumark.com.br/blog/2021/04/06/cubagem-um-calculo-simples-que-facilita-a-gestao-da-frota/

Irregularidades na operação

As rotas, dentro da logística, são criadas seguindo parâmetros de segurança e economia. Quando não são seguidas, acabam comprometendo toda a operação. Qualquer desvio de rota deve ser justificado!

O abastecimento também pode ser um indicativo de problema. Se eles começam a ocorrer fora do expediente, ou se o veículo está consumindo muito mais do que deveria, fique atento.

Como evitar esses problemas?

O primeiro passo é criar regras claras. Tenha um Código de Conduta Ética na empresa, e também regras para controle interno que sejam rígidas e eficientes (como estipular um calendário de manutenção e abastecimento, por exemplo). Existem muitas ferramentas que auxiliam nesse sentido – sejam planilhas de controle, rastreadores, cadastro de ativos, etc.

Implemente um canal de denúncia, para que os colaboradores se sintam encorajados a identificar e expor problemas de conduta ou atos ilícitos, sem o risco de represálias.

KPI’s da logística – a chave para o controle da sua operação!

Saber se sua empresa está tendo um bom desempenho não se trata somente de ter um bom saldo no final do mês! É importante acompanhar diversos quesitos para identificar problemas existentes ou até mesmo preveni-los, além de descobrir aspectos positivos, e que podem ser melhorados.

Os KPIs – Key Performance Indicator, são os indicadores de desempenho que você deve acompanhar para encontrar as respostas que procura.

Cada empresa tem KPIs próprios, pois as necessidades e objetivos de cada organização são diferentes entre si.

Para negócios onde a logística é a atividade principal, os KPIs podem ser:

OTD (On Time Delivery) – taxa de entregas dentro do prazo

Escolha um período a ser analisado e calcule a quantidade de entregas feitas no prazo, dividido pelo total de entregas feitas no período escolhido. Depois, multiplique por 100 para obter a porcentagem.

On-Time Shipping – taxa de envios dentro do prazo;

Nem sempre pedidos que são enviados dentro do prazo chegam ao destino no tempo estipulado, então esta KPI é muito relevante para descobrir em qual parte do processo está o problema.

Escolha um período a ser analisado e calcule a quantidade de envios feitos no prazo, dividido pelo total de entregas feitas no período escolhido. Depois, multiplique por 100 para obter a porcentagem.

OCT (Order Cycle Time) – tempo que leva entre o pedido do cliente e o recebimento;

Esta KPI é a que mais impacta para o cliente: o Prazo total entre o momento do pedido ser confirmado, e ser entregue a ele.

Some o tempo de cada entrega e depois divida pelo número de entregas feitas no período determinado.

OTIF (On Time In Full) – número de “Pedidos Perfeitos”

Um “Pedido Perfeito” é aquele que foi atendido dentro do prazo e das especificações do cliente, sem nenhum erro.

Primeiro, faça o cálculo das porcentagens:

  • % de Atendidos no prazo (P)
  • % de Entregues sem erro (E)
  • % de Atenderam todas as especificações: ©

Então, multiplique estes dados para saber o resultado (OTIF = P x E x C).

Outras KPIs muito utilizadas são taxa de extravio, tempo médio de entrega e estoque médio.

Você também pode criar outras métricas que sejam compatíveis com a necessidade da sua operação!